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Morte de Cunha deixa lacuna no mundo ecumênico

“Rio de Janeiro, quarta-feira, 5 de janeiro de 2011 (ALC) – O pastor Carlos Cunha, da Igreja Presbiteriana Unida (IPU), faleceu ao meio dia desta quarta-feira, no Hospital Pasteur, no Méier, zona norte do Rio de Janeiro. Cunha estava internado desde que sofreu lesão decorrente de um acidente em sua residência, no ano passado.

Além de pastor, Cunha atuou durante muitos anos como professor de português e de disciplinas teológicas, foi redator e revisor do Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI), hoje Koinonia.

A família informou que o corpo do pastor emérito receberá as últimas homenagens na Igreja Presbiteriana Unida da Penha, amanhã às 8h30. Às 11h30 terá início o culto de sepultamento e às 14h o cortejo sairá para o Cemitério de Inhaúma, onde será sepultado às 15h.

O pastor Cunha era um teólogo culto, com pendor ecumênico, e professor paciente, que nunca perdeu a crítica e o senso de humor. Os presbiterianos se lembram da sua alegria, seu raciocínio agudo, seu desprendimento, seu desapego a cargos e funções, e sua capacidade de lidar com tensões eclesiásticas.

Durante alguns anos dirigiu a Igreja Presbiteriana da Cidade de Deus, utilizando um espaço da Diocese Anglicana do Rio de Janeiro, passando em seguida para o templo da Comunidade Castelo Forte, da Paróquia Norte, da Comunidade Evangélica Luterana do Rio de Janeiro.

Wolfgang Döbrich, do Departamento da América Latina da Igreja Luterana da Baviera (ELKB), viu no trabalho conjunto de luteranos e presbiterianos um sinal de maturidade ecumênica.”

Fonte: Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC)

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